Amanha sei lá, que poderá ter a vida de melhor?
Um bom Natal?
Espero que sim, um bom natal para todos
Sim, um natal com harmonia e paz
um natal que seja de facto confraternizador
Props para todos
Seja bem vindo á Minha Galeria (Welcome to my Galery) ; (Bienvenidos a mi Galería)
Você é interessado em Arqueologia e História Medieval? Bem Vindo! Aqui sou um Arqueólogo Rebelde na investigação, mas acima de tudo aprendiz. Esta é uma Galeria que mostra um pouco do que penso sobre estas matérias e do que eu julgo que seja relevante ver e ser estudado. São meras fotos, esboços de pensamentos, analises, traços de ideias em bruto que devem ser trabalhados por todos nos nossos íntimos! Ao reflectirmos nestas matérias por instantes podemos «procurar mudar» o nosso futuro de alguma forma. «A Arqueologia e o mundo no nosso mundo» é o programa em discussão e em exposição. Deixo aqui algo para observar e perspectivar, só para nós, só para tentarmos perscrutar o que se anda aqui a fazer nas mais variadas matérias dentro desta área! O que se anda aqui a passar! E, principalmente o que se pode fazer, perceber, discutir e ver.
Are you interested in Medieval History and Archaeology?
Welcome!Here, I am a rebellious archaeologist on research, but above all, I am an apprentice. This is a galery on which I show you my thoughts about what is relevant to see and to study in those issues. They are simple pictures, thoughts, analyses and ideas that we should all work in our souls! By reflecting in these matters, we can “try to change” our future in a way. “Archaeology and its world on our own” is the project on disscussion and exposition. I leave to you here, something to observe and to put in perspective, just for us, so we can all try to notice what has been done in the most variant matters in this subject! What is going out here! And to know, to consider, to see, and most of all, what can we do about it.
¿Vosotros son interesados en Arqueología e Historia Medieval? ¡Bienvenidos! Aquí yo soy un Arqueólogo rebelde en la investigación, pero sobre todo soy un aprendiz. Esta es una Galería que les muestra un poco de lo que pienso acerca de estas materias, y de lo que creo que sea importante ver y estudiar. ¡Son apenas fotos, esbozos de pensamientos, análisis, trazos de ideas que tenemos que trabajar en nuestras almas! Reflectindo por momentos en estes temas, podemos «procurar cambiar» nuestro futuro de alguna manera. «Arqueología y el mundo en el nuestro» es el programa en discussión y exposición. ¡Os dejo aquí algo para observar en perspectiva, solo para nosotros, solamente para intentarmos descubrir lo que se hace en los más diversos temas de esta disciplina!!Qué pasa por aquí! Lo principal es lo que se puede hacer, comprender, discutir y ver.
Are you interested in Medieval History and Archaeology?
Welcome!Here, I am a rebellious archaeologist on research, but above all, I am an apprentice. This is a galery on which I show you my thoughts about what is relevant to see and to study in those issues. They are simple pictures, thoughts, analyses and ideas that we should all work in our souls! By reflecting in these matters, we can “try to change” our future in a way. “Archaeology and its world on our own” is the project on disscussion and exposition. I leave to you here, something to observe and to put in perspective, just for us, so we can all try to notice what has been done in the most variant matters in this subject! What is going out here! And to know, to consider, to see, and most of all, what can we do about it.
¿Vosotros son interesados en Arqueología e Historia Medieval? ¡Bienvenidos! Aquí yo soy un Arqueólogo rebelde en la investigación, pero sobre todo soy un aprendiz. Esta es una Galería que les muestra un poco de lo que pienso acerca de estas materias, y de lo que creo que sea importante ver y estudiar. ¡Son apenas fotos, esbozos de pensamientos, análisis, trazos de ideas que tenemos que trabajar en nuestras almas! Reflectindo por momentos en estes temas, podemos «procurar cambiar» nuestro futuro de alguna manera. «Arqueología y el mundo en el nuestro» es el programa en discussión y exposición. ¡Os dejo aquí algo para observar en perspectiva, solo para nosotros, solamente para intentarmos descubrir lo que se hace en los más diversos temas de esta disciplina!!Qué pasa por aquí! Lo principal es lo que se puede hacer, comprender, discutir y ver.
Arqueologia Medieval
Sem dúvida que a Arqueologia tem muito de coisas que interessam, desde a década de 470 até 1460, a Arqueologia pode não contar ainda muito, mas de muito já pode falar
sábado, 19 de dezembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Nova Ordem dos Arqueólogos - Esperança ou Nada de mais?!
Estive a par da ideia de se projectar a Ordem dos Arqueólogos pela APA (Associação Profissonal de Arqueólogos), pois bem, penso que isso é uma mais valia para todos os que o são de alguma forma. Mas esta ordem só funcionará se de facto quem a dirigir for de facto suficientemente sério e honesto, o que, me parece, será benéfico para todos os profissionais. Já saíu no ano passado o plano do estatuto da ordem dos Arquólogos, eu já sabia, só decidi destacar isso agora, porque penso ser importante a minha opinião agora. Já não era sem tempo, arqueologia num país sem lei para ela, era o cumulo.Será especialmente bom sentir que temos alguém que poderá apoiar-nos de alguma forma. Será assim uma acendalha de esperança que se acende neste beco escuro, ou não será nada de mais? Concordo com o plano em vários pontos,esses pontos são essenciais em muitas questões e situações que futuramente nos podem vir a surgir em funções. Mas, não percebo porque, segundo o plano, não poderá um arqueólogo exercer funções politicas. Porquê??? Outras questões se me levantam, mas farei referencia a elas numa outra altura. Outra questão a que me coloco muitas vezes é; porque é que o IGESPAR e a APA não se fundem e criam a FOAP (é só um exemplo): Federação da Ordem dos Arqueólogos Portugueses ?? - com um plano rigoroso de apoio aos seus profissionias e e da salvaguarda e preservação do património nacional? fica aqui a ideia, a questão, o desafio.
Blessed Be
Blessed Be
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Arqueologia: Um bem essencial!
A unica dúvida que podemos ter é a de como queremos terminar a nossa história.
«...um país que não valoriza o seu passado e não o busca para que, com ele em plano, possa compreender como deve prosseguir o futuro, manter-se-á na penumbra do que foi sonhado, na mediocridade da sua relativa letargia a todos os níveis. Querer saber o que se passou, querer explorar o espaço onde se desenvolveu em busca das origens da sua existencia presente, é querer ir mais longe do que foi. E preservar o que encontra, mostra não só maturidade nessa busca e nesse querer, mas também uma importancia manifestada na sua identidade e no desenho do seu futuro que se mostra a cada dia.»
- Pensamento meu em 14/10/2009
Fiquem com isto que para mim faz pensar.
Blessed Be
«...um país que não valoriza o seu passado e não o busca para que, com ele em plano, possa compreender como deve prosseguir o futuro, manter-se-á na penumbra do que foi sonhado, na mediocridade da sua relativa letargia a todos os níveis. Querer saber o que se passou, querer explorar o espaço onde se desenvolveu em busca das origens da sua existencia presente, é querer ir mais longe do que foi. E preservar o que encontra, mostra não só maturidade nessa busca e nesse querer, mas também uma importancia manifestada na sua identidade e no desenho do seu futuro que se mostra a cada dia.»
- Pensamento meu em 14/10/2009
Fiquem com isto que para mim faz pensar.
Blessed Be
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
PAM dedicado á Arqueologia
Blessed Be para todos os Arqueólogos
Esta é para vocês
Num meio, seja qual for
tão de certo a norma se transforma
o certo é nunca saber
ou se vai encontrar
e relembra-se o formato do pensamento
tão ténue ou inusitado
que cresce na palpitação do projecto riscado
e que torna e que faz voar a mente
e além disso o homem sente
a terra chove de informação
misteriosa e em vão
que se esvai na imensidão
e palpável é a solidão
de pensamentos e formatos
que redesenhamos para tentar entender
Tintas voam no esplendor do passado
k7s que se ouvem sem dar nome ao estado
as coisas passam e falam e chamam á atenção
e o homem veste a pele de lobo e retoma
sem dar corpo á vasta nostalgia de sintomas
e que faz o arqueólogo persistente que não dorme?
Obtem a incerteza palpável nos seus olhos
tomados por um laivo de esperança que ainda o sustem
agarrado a um pensamento sistemático e doce
o do dia em que saberá o que procura.
Dias são de esforço e de conhecimento
a dor do tempo que faz a dúvida ficar ao relento
não se toma a vida como um cha
vai-se procurando até que um dia
tudo o que tinhamos se esvai num sopro
que fica imortalizado no que deixamos
para outros seguirem o que começamos
e verem por nós o caminho a seguir
e abrir novas dúvidas em lugares desconhecidos
e lerem e verem, e tentarem ir onde nunca pisamos.
Esta é para vocês
Num meio, seja qual for
tão de certo a norma se transforma
o certo é nunca saber
ou se vai encontrar
e relembra-se o formato do pensamento
tão ténue ou inusitado
que cresce na palpitação do projecto riscado
e que torna e que faz voar a mente
e além disso o homem sente
a terra chove de informação
misteriosa e em vão
que se esvai na imensidão
e palpável é a solidão
de pensamentos e formatos
que redesenhamos para tentar entender
Tintas voam no esplendor do passado
k7s que se ouvem sem dar nome ao estado
as coisas passam e falam e chamam á atenção
e o homem veste a pele de lobo e retoma
sem dar corpo á vasta nostalgia de sintomas
e que faz o arqueólogo persistente que não dorme?
Obtem a incerteza palpável nos seus olhos
tomados por um laivo de esperança que ainda o sustem
agarrado a um pensamento sistemático e doce
o do dia em que saberá o que procura.
Dias são de esforço e de conhecimento
a dor do tempo que faz a dúvida ficar ao relento
não se toma a vida como um cha
vai-se procurando até que um dia
tudo o que tinhamos se esvai num sopro
que fica imortalizado no que deixamos
para outros seguirem o que começamos
e verem por nós o caminho a seguir
e abrir novas dúvidas em lugares desconhecidos
e lerem e verem, e tentarem ir onde nunca pisamos.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Arqueologia ao Microscópio
Porque é que a Arqueologia é um incomodo para muita gente? Porque não vêm o que ela pode trazer de benéfico; vejamos bem a fundo, a Arqueologia é ciencia forte em procurar uma explicação cada vez mais técnica do que foi o nosso passado.
A Arqueologia promove o reforço da identidade, da origem dos povos, na investigação promenorizada dos vestigios e dos detalhes. É para isto que o Arqueólogo deve estar preparado. É ciencia rija, e deveria ser mais valorizada. Quem vai para o terreno sem saber o que vai fazer, arrisca-se a nunca encontrar o que foi buscar, quem sabe o que pode fazer, talvez consiga encontrar algumas pistas, e continuar num caminho e talvez ter sorte.
Esta é a marca da Arqueologia no mundo; uma espécie de Ciencia humana alargadamente versátil no mundo do estudo da vida e das coisas, do espaço e das estruturas que materializadas nos dão pistas e fontes essenciais para a busca de considerações várias que devem ser exploradas e estudadas.
A Arqueologia promove o reforço da identidade, da origem dos povos, na investigação promenorizada dos vestigios e dos detalhes. É para isto que o Arqueólogo deve estar preparado. É ciencia rija, e deveria ser mais valorizada. Quem vai para o terreno sem saber o que vai fazer, arrisca-se a nunca encontrar o que foi buscar, quem sabe o que pode fazer, talvez consiga encontrar algumas pistas, e continuar num caminho e talvez ter sorte.
Esta é a marca da Arqueologia no mundo; uma espécie de Ciencia humana alargadamente versátil no mundo do estudo da vida e das coisas, do espaço e das estruturas que materializadas nos dão pistas e fontes essenciais para a busca de considerações várias que devem ser exploradas e estudadas.
Que seria da nossa explicação da origem das coisas e do homem se não existisse tal Ciencia? As Descobertas estão a aumentar, a minha esperança também. Daqui a uns anos quem sabe se esta Ciencia ganha interesse? Vamos lá a ver!
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
A Arqueologia no meu Observatório
Sei que há muita gente que gosta da Arqueologia, embora haja muita gente que pense; "em portugal não há Arqueologos", sim, já ouvi muita gente dizer isso, essa é a explicação que se arranja para que se entenda porque a arqueologia não avança no nosso país. Enganam-se, o problema é outro, falta sim mas são outras coisas; talvez um pouco de unidade.
Eis que neste país á beira mar, a Arqueologia tem estado a dar os primeiros passos, as primeiras iniciativas, e por isso eu acredito que ainda seremos um país que irá dar muito mais importância a esta ciencia do que a que dá, num futuro próximo. Penso que temos obrigação disso, não só pela identidade que temos mas também pela história que nos caracteriza. Dou tempo ao tempo. As coisas podem acontecer, nunca se sabe.
Eu penso que os Arqueologos não são assim tão desnecessários como querem fazer crer, esta ciencia tem uma força peculiar e muito singular, que devia ser mais valorizada e respeitada. Tentem perceber porque, quem é Arqueologo e/ou já estudou um pouco, sabe que na busca pelo passado podemos tentar definir quem somos e o que devemos traçar para o futuro- é só um exemplo.
Eu penso que os Arqueologos não são assim tão desnecessários como querem fazer crer, esta ciencia tem uma força peculiar e muito singular, que devia ser mais valorizada e respeitada. Tentem perceber porque, quem é Arqueologo e/ou já estudou um pouco, sabe que na busca pelo passado podemos tentar definir quem somos e o que devemos traçar para o futuro- é só um exemplo.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Razões da Arqueologia
É triste verificar a cada dia que o nosso património nacional continua a ser vandalizado, os cuidados do governo são escassos, não se faz muito, quero dizer, não se faz nada para se preservar o que é nosso.
Só mesmo a comunidade arqueológica é que tem tentado os possiveis para que o património não desapareça totalmente. É claro, quem já não viu as muralhas fernandinas, quem vai da ponte pelo metro de gaia para o porto? Toda a gente pode olhar para elas e ver lá no alto, abaixo das ameias a palavra "ADORO-TE" marcada, e eu tenho fotos do que falo, mas ainda não consegui passalas para o computador.
Se isto não é vandalismo contra o Património não vejo porque é que as coisas que nos ficaram de herança devam ser preservadas. Até pode ser que a intensção do autor fosse boa, mas não penso que o local fosse o mais apropriado, foram precisos mais de 600 anos para que isto acontecesse, o que acho de todo lamentável.
É pena eu não ter ainda as fotografias disponiveis. E por esse portugal fora o património é alvo de tratamento que mete pena e corta o coração. É urgente fazer alguma coisa.
Só mesmo a comunidade arqueológica é que tem tentado os possiveis para que o património não desapareça totalmente. É claro, quem já não viu as muralhas fernandinas, quem vai da ponte pelo metro de gaia para o porto? Toda a gente pode olhar para elas e ver lá no alto, abaixo das ameias a palavra "ADORO-TE" marcada, e eu tenho fotos do que falo, mas ainda não consegui passalas para o computador.
Se isto não é vandalismo contra o Património não vejo porque é que as coisas que nos ficaram de herança devam ser preservadas. Até pode ser que a intensção do autor fosse boa, mas não penso que o local fosse o mais apropriado, foram precisos mais de 600 anos para que isto acontecesse, o que acho de todo lamentável.
É pena eu não ter ainda as fotografias disponiveis. E por esse portugal fora o património é alvo de tratamento que mete pena e corta o coração. É urgente fazer alguma coisa.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Templo romano descoberto em Beja é o maior de Portugal e um dos maiores da Península Ibérica
2009-07-30
Beja, 30 Jul (Lusa) - O templo romano do século I d.C. soterrado em Beja, identificado há 70 anos e que tem sido escavado desde que foi descoberto há um ano, é "o maior" de Portugal e "um dos maiores" da Península Ibérica.
"É o maior dos templos romanos já conhecidos em Portugal", como o de Évora e o de Conímbriga, e, "sem dúvida, um dos maiores da Hispânia" (designação da Península Ibérica na época romana), confirmou hoje à agência Lusa a arqueóloga Conceição Lopes.
Trata-se de "um edifício imponente", com 30 metros de comprimento e 19,40 metros de largura, e, tal como os templos romanos de Évora, da província espanhola de Ecija (Sevilha) e de Barcino (Barcelona), é rodeado por um tanque, com 4,5 metros de largura, precisou a arqueóloga.
Fonte JN
É manifestamente com esta noticia que vemos que a Arqueologia pode evoluir no sentido em que segue, naquelas terras onde os Arqueologos têm-se mantido a trabalhar, verifica-se que Portugal tem muito para mostrar do tempo do Império Romano. Com tais datas podemos tecer várias considerações, num edificio tão grande é interessante verificar que os romanos não só tingiam as suas leis arquitecturais dos gregos como também tinham louvor pelo magnanimo egipcio.
Beja, 30 Jul (Lusa) - O templo romano do século I d.C. soterrado em Beja, identificado há 70 anos e que tem sido escavado desde que foi descoberto há um ano, é "o maior" de Portugal e "um dos maiores" da Península Ibérica.
"É o maior dos templos romanos já conhecidos em Portugal", como o de Évora e o de Conímbriga, e, "sem dúvida, um dos maiores da Hispânia" (designação da Península Ibérica na época romana), confirmou hoje à agência Lusa a arqueóloga Conceição Lopes.
Trata-se de "um edifício imponente", com 30 metros de comprimento e 19,40 metros de largura, e, tal como os templos romanos de Évora, da província espanhola de Ecija (Sevilha) e de Barcino (Barcelona), é rodeado por um tanque, com 4,5 metros de largura, precisou a arqueóloga.
Fonte JN
É manifestamente com esta noticia que vemos que a Arqueologia pode evoluir no sentido em que segue, naquelas terras onde os Arqueologos têm-se mantido a trabalhar, verifica-se que Portugal tem muito para mostrar do tempo do Império Romano. Com tais datas podemos tecer várias considerações, num edificio tão grande é interessante verificar que os romanos não só tingiam as suas leis arquitecturais dos gregos como também tinham louvor pelo magnanimo egipcio.
Arqueologia: Descobertos vestígios do que se pensa ter sido a casa de campo de Vespasiano; (Archaeology: It were found traces of what is elieved to be the country house of Vespasiano; Arqueología: Han sido descubiertos vestigios de lo que se pensa haber sido la cas decampo de Vespasiano).
2009-08-06
Roma, 06 Ago (Lusa) - Arqueólogos britânicos e italianos descobriram na província de Rieti, centro de Itália, vestígios do que crêem ter sido a casa de campo em que o imperador Tito Flavio Vespasiano (9-79 d.C.) passava o Verão.
Os arqueólogos, segundo noticia hoje o diário italiano La stampa, identificaram o perímetro da construção e descobriram materiais que decoravam e davam forma a esta antiquíssima «villa», situada a noroeste da região de Lácio e que pertencia a alguém poderoso, tendo em conta as salas de recepção, as termas e as colunatas que restam.
O esplendor da construção reflecte-se sobretudo na sala principal da «villa», na qual são visíveis incrustrações de mármore policromático proveniente do norte de África.
Fonte JN
Esta noticia faz-nos ver que lá fora não se brinca em serviço, eles lá vão encontrando vestigios de uma civilização que já reinou na Europa há muito tempo. Tais edscobertas permitem tecer perguntas e considerações, façam as vossas!
Em Espanhol
2009-08-06
Roma, 06 Agosto (Lusa)- Arqueólogos británicos e italianos han descubierto en la provincia de Rieti, en el centro de Italia, vestigios de lo que piensan ser la casa de campo donde el Emperador Tito Flávio Vespasiano (9-79 d.C.) pasaba el verano.
Los arqueólogos, según hay noticiado hoy el periódico italiano “La Stampa”, han identificado el perímetro de la construcción y descubierto los materiales que ayudaban a decorar y a dar forma a esta muy antigua “villa”, situada a noroeste de la región de Lácio y que pertenecía a alguien poderoso, teniendo en cuenta los salones de recepción, las termas y las columnatas que han quedado.
El esplendor de la construcción está reflectido sobre todo en el salón principal de la “villa”, en el cual es posible ver incrustaciones de mármol proveniente del Norte de África.
Fuente: JN
Esta noticia nos hace ver que la fuera no se bromea en el trabajo, porque ellos van descubriendo vestigios de una civilización que ya ha reinado en la Europa hace mucho tiempo. Tales descubiertas nos dejan hacer cuestiones y consideraciones, ¡hagan las vostras!
In Inglish:
2009-08-06
Rome, 06 August (Lusa) – British and italian Archaeologists found in the province of Rieti, in the centre of Italy, traces of what is believed to be the country house where the Emperor Tito Flávio Vespasiano (9-79 A.C.) used to spend the summer.
According to the italian daily “La Stampa”, archaeologists identified the construction perimeter and found materials used to decorate and gave shape to this old “villa”, on the northwest of the Lácio region and that belonged to someone powerful, considering the reception rooms, the hot springs and the colonnades that left.
The splendour of the construction reflects mostly on the main room of the “villa”, on which are visible the inlays of polychromatic marble coming from North Africa.
Source: JN
This new makes us see that the foreigns don’t play at work; they are still finding traces of a civilization that ruled Europe a long time ago.
Such discoveries allow us to make questions and considerations, so make your own!
Roma, 06 Ago (Lusa) - Arqueólogos britânicos e italianos descobriram na província de Rieti, centro de Itália, vestígios do que crêem ter sido a casa de campo em que o imperador Tito Flavio Vespasiano (9-79 d.C.) passava o Verão.
Os arqueólogos, segundo noticia hoje o diário italiano La stampa, identificaram o perímetro da construção e descobriram materiais que decoravam e davam forma a esta antiquíssima «villa», situada a noroeste da região de Lácio e que pertencia a alguém poderoso, tendo em conta as salas de recepção, as termas e as colunatas que restam.
O esplendor da construção reflecte-se sobretudo na sala principal da «villa», na qual são visíveis incrustrações de mármore policromático proveniente do norte de África.
Fonte JN
Esta noticia faz-nos ver que lá fora não se brinca em serviço, eles lá vão encontrando vestigios de uma civilização que já reinou na Europa há muito tempo. Tais edscobertas permitem tecer perguntas e considerações, façam as vossas!
Em Espanhol
2009-08-06
Roma, 06 Agosto (Lusa)- Arqueólogos británicos e italianos han descubierto en la provincia de Rieti, en el centro de Italia, vestigios de lo que piensan ser la casa de campo donde el Emperador Tito Flávio Vespasiano (9-79 d.C.) pasaba el verano.
Los arqueólogos, según hay noticiado hoy el periódico italiano “La Stampa”, han identificado el perímetro de la construcción y descubierto los materiales que ayudaban a decorar y a dar forma a esta muy antigua “villa”, situada a noroeste de la región de Lácio y que pertenecía a alguien poderoso, teniendo en cuenta los salones de recepción, las termas y las columnatas que han quedado.
El esplendor de la construcción está reflectido sobre todo en el salón principal de la “villa”, en el cual es posible ver incrustaciones de mármol proveniente del Norte de África.
Fuente: JN
Esta noticia nos hace ver que la fuera no se bromea en el trabajo, porque ellos van descubriendo vestigios de una civilización que ya ha reinado en la Europa hace mucho tiempo. Tales descubiertas nos dejan hacer cuestiones y consideraciones, ¡hagan las vostras!
In Inglish:
2009-08-06
Rome, 06 August (Lusa) – British and italian Archaeologists found in the province of Rieti, in the centre of Italy, traces of what is believed to be the country house where the Emperor Tito Flávio Vespasiano (9-79 A.C.) used to spend the summer.
According to the italian daily “La Stampa”, archaeologists identified the construction perimeter and found materials used to decorate and gave shape to this old “villa”, on the northwest of the Lácio region and that belonged to someone powerful, considering the reception rooms, the hot springs and the colonnades that left.
The splendour of the construction reflects mostly on the main room of the “villa”, on which are visible the inlays of polychromatic marble coming from North Africa.
Source: JN
This new makes us see that the foreigns don’t play at work; they are still finding traces of a civilization that ruled Europe a long time ago.
Such discoveries allow us to make questions and considerations, so make your own!
Arqueologia: Peniche teve primeira olaria da Lusitânia a fabricar recipientes para o peixe; (Archaeology: Peniche had the first pottery of the Lusitânia to manufacture containers for fish; Arqueología: Peniche tuve la primera alfarería de la Lusitánia producindo recipientes para pescado).
2009-08-18
Peniche, Leiria, 18 Ago (Lusa)- Os arqueólogos confirmaram este ano que os achados dos fornos do Morraçal da Ajuda, em Peniche, correspondem à primeira olaria da Lusitânia, donde saíram as ânforas usadas como recipientes do peixe que era consumido no império romano.
"Trata-se da primeira olaria identificada onde foram fabricadas ânforas que envasavam derivados de peixe para todo o império romano à época do imperador Augusto", afirmou à Lusa o arqueólogo Guilherme Cardoso.
A hipótese já tinha sido colocada em 1998, logo que foram descobertos os primeiros achados arqueológicos e à medida que foram sendo descobertas "uma grande quantidade de fragmentos de ânforas".
Fonte JN
Estes materiais encontrados, a meu ver, permitem novos conhecimentos da época romana no nosso país, é interessante, porque permite dar uma ideia mais vasta do que se fazia em portugal, afinal o nosso país não é assim tão fraco em matéria de vestigios romanos, o importante é querer encontrar o que o solo esconde, para isso é que contamos com apoios que hoje surgem em numero cada vez mais crescente.
In Inglish:
2009-08- 18
Peniche, Leiria, 18th August (Lusa) – Archaeologists had confirmed this year that the founds of the ovens of Morraçal da Ajuda, in Peniche, correspond to the first pottery of the Lusitânia, from where got out the amphoras used as containers of the fish consumed on the Roman Empire.
Archaeologist Guilherme Cardoso has stated to Lusa that: “It is the first pottery identified where it were manufactured amphoras that contained fish to all the Roman Empire, at the epoch of the Emperor Augusto”.
This hypothesis had already been placed in 1998, as soon as were found the firsts archaeological findings and as “a major quantity of fragments of amphoras” were also found.
Source: JN
I believe that these materials founded allow new knowledges of the roman epoch in our country; it’s interesting because we can have a more wide idea of what was done in Portugal, after all our country is not so poor in roman traces; the important is to want to find what is hidden on the ground, and that’s why we are counting with supports that today are much more.
Em Espanhol:
2009-08-18
Peniche, Leiria, 18 de Agosto (Lusa) - Los Arqueólogos han confirmado este año que la descubierta de los hornos de Morraçal da Ajuda, en Peniche, hacen parte de la primera alfarería de la Lusitánia, donde salíran las ánforas usadas como recipientes del pescado que era consumido en el Imperio Romano.
“Se trata de la primera alfarería identificada, donde fueran fabricadas las ánforas que contenían el pescado para todo el Imperio Romano a la época del Emperador Augusto”, ha afirmado el arqueólogo Guilherme Cardoso a la Lusa.
La hipotésis ya había sido planteada en 1998, así que surgiran las primeras descubiertas arqueológicas y “una gran cantidad de fragmentos de ánforas”.
Fuente: JN
Yo creo que, estos materiales van a permitir nuevos conocimientos de la época romana en nuestro país; es interesante porque permite dar una idea más vasta de lo que era hecho en Portugal y también porque al final, el nuestro país no es así tan flaco en vestigios romanos; lo importante es querer encontrar lo que está escondido en el suelo, y para eso estamos contando con los apoyos que hoy son cada vez más en número creciente.
Peniche, Leiria, 18 Ago (Lusa)- Os arqueólogos confirmaram este ano que os achados dos fornos do Morraçal da Ajuda, em Peniche, correspondem à primeira olaria da Lusitânia, donde saíram as ânforas usadas como recipientes do peixe que era consumido no império romano.
"Trata-se da primeira olaria identificada onde foram fabricadas ânforas que envasavam derivados de peixe para todo o império romano à época do imperador Augusto", afirmou à Lusa o arqueólogo Guilherme Cardoso.
A hipótese já tinha sido colocada em 1998, logo que foram descobertos os primeiros achados arqueológicos e à medida que foram sendo descobertas "uma grande quantidade de fragmentos de ânforas".
Fonte JN
Estes materiais encontrados, a meu ver, permitem novos conhecimentos da época romana no nosso país, é interessante, porque permite dar uma ideia mais vasta do que se fazia em portugal, afinal o nosso país não é assim tão fraco em matéria de vestigios romanos, o importante é querer encontrar o que o solo esconde, para isso é que contamos com apoios que hoje surgem em numero cada vez mais crescente.
In Inglish:
2009-08- 18
Peniche, Leiria, 18th August (Lusa) – Archaeologists had confirmed this year that the founds of the ovens of Morraçal da Ajuda, in Peniche, correspond to the first pottery of the Lusitânia, from where got out the amphoras used as containers of the fish consumed on the Roman Empire.
Archaeologist Guilherme Cardoso has stated to Lusa that: “It is the first pottery identified where it were manufactured amphoras that contained fish to all the Roman Empire, at the epoch of the Emperor Augusto”.
This hypothesis had already been placed in 1998, as soon as were found the firsts archaeological findings and as “a major quantity of fragments of amphoras” were also found.
Source: JN
I believe that these materials founded allow new knowledges of the roman epoch in our country; it’s interesting because we can have a more wide idea of what was done in Portugal, after all our country is not so poor in roman traces; the important is to want to find what is hidden on the ground, and that’s why we are counting with supports that today are much more.
Em Espanhol:
2009-08-18
Peniche, Leiria, 18 de Agosto (Lusa) - Los Arqueólogos han confirmado este año que la descubierta de los hornos de Morraçal da Ajuda, en Peniche, hacen parte de la primera alfarería de la Lusitánia, donde salíran las ánforas usadas como recipientes del pescado que era consumido en el Imperio Romano.
“Se trata de la primera alfarería identificada, donde fueran fabricadas las ánforas que contenían el pescado para todo el Imperio Romano a la época del Emperador Augusto”, ha afirmado el arqueólogo Guilherme Cardoso a la Lusa.
La hipotésis ya había sido planteada en 1998, así que surgiran las primeras descubiertas arqueológicas y “una gran cantidad de fragmentos de ánforas”.
Fuente: JN
Yo creo que, estos materiales van a permitir nuevos conocimientos de la época romana en nuestro país; es interesante porque permite dar una idea más vasta de lo que era hecho en Portugal y también porque al final, el nuestro país no es así tan flaco en vestigios romanos; lo importante es querer encontrar lo que está escondido en el suelo, y para eso estamos contando con los apoyos que hoy son cada vez más en número creciente.
Arqueologia: Machados encontrados em esoanha têm entre 760 000 e 900 000 anos - Nature
2009-09-04
Lisboa, 04 Set (Lusa) - Os machados de pedra encontrados no sul de Espanha nos anos 1970 têm entre 760 000 a 900 000 anos, revela um estudo publicado na revista Nature que pode levar a uma grande alteração dos conceitos sobre a Idade da Pedra na Europa.
Até agora, pensava-se que os machados de pedra só tinham sido utilizados na Europa um milhão de anos mais tarde do que em África, mas a nova datação dos utensílios encontrados em Espanha reduz o fosso cronológico entre os dois continentes.
A utilização de machados de mão - denominados "Acheulian axes" em inglês ou "coups-de-poing", em francês - remonta a 1,5 milhões de anos em África e representou um salto tecnológico no Paleolítico, ao oferecer melhores oportunidades de sobrevivência a quem os possuía.
Fonte JN
Lisboa, 04 Set (Lusa) - Os machados de pedra encontrados no sul de Espanha nos anos 1970 têm entre 760 000 a 900 000 anos, revela um estudo publicado na revista Nature que pode levar a uma grande alteração dos conceitos sobre a Idade da Pedra na Europa.
Até agora, pensava-se que os machados de pedra só tinham sido utilizados na Europa um milhão de anos mais tarde do que em África, mas a nova datação dos utensílios encontrados em Espanha reduz o fosso cronológico entre os dois continentes.
A utilização de machados de mão - denominados "Acheulian axes" em inglês ou "coups-de-poing", em francês - remonta a 1,5 milhões de anos em África e representou um salto tecnológico no Paleolítico, ao oferecer melhores oportunidades de sobrevivência a quem os possuía.
Fonte JN
Esta noticia, a meu ver, permite que consigamos perceber que afinal Africa não está tão longe do mundo peninsular como se fazia crer, a partir daqui, penso que o mundo da pré-história Africana se vai identificando e aproximando com o nosso tão ocidental. Os utensilios são fonte de cultura de seres e estes achados podem ajudar a obter novos conhecimentos no que toca a trocas entre tribos ou mesmo tecer considerações face ás relações que poderiam manter uns com os outros.
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A minha força face á arqueologia
Façam sinais de Fumo (Make me Smoky Signs); (Hagan Señales de Humo)
Contactem-me para qualquer trabalho, dentro e/ou fora da área da Arqueologia, se acharem por bem, falem comigo no e-mail: brudiofer@gmail.com ,
Querem desenhos para os vossos projectos, sejam eles quais forem? Bds, Folhetos, cartazes, Livros, T-shirts, Emblemas, Trabalhos, Ensaios e afins? Falem comigo! A minha disponibilidade é total!
Podem deixar opiniões neste blog e se souberem de alguma escavação ou mesmo de alguém que precise de um desenhador, façam sinais de fumo, contactem-me!
Please, don’t hesitate to contact me for any job, in or out the Archaeology discipline, if you’re allright with that, of course. Talk to me by my email:brudiofer@gmail.com
If you are looking for drawings for your projects, research papers, comic books, books, outdoors, leaflets, badges, and so on? Talk to me, because I am totally available!
Por favor me llamen para cualquier trabajo, dentro y/o fuera de la disciplina de Arqueología. Mi email es: brudiofer@gmail.com
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¿Comics, folletos, carteles, libros, camisolas, camisetas, emblemas, ensayos y así por delante?¡Hablen conmigo!
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Pueden dejar sus opiniones en este blog y si tuvieren conocimiento de algún trabajo arqueológico o mismo de alguién que necesite un dibujador, ¡hagan señales de humo, hablen conmigo!
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PAC: «Ajuda Já»
Querem dar os primeiros passos no desenho? Precisam de ajuda nesse sentido? Dou uma iniciação em 15 lições. Tenho pelo menos alguns anos de experiencia. Dou umas luzes e «dou motivação» para uma vida melhor pela via da expressão através de um lápis e de uma folha - mais que certo!
Querem explicações de História? contactem comigo, dou «explicações detalhadas», com, se aprouver «uma visão própria do que sei» sobre diversas matérias do 5º ao 12º ano e até universitárias - onde tenho conhecimento. Não hesitem!
(Do you want to do the firsts steps in design? Do you need same help in this way? I can do 15 lessons to begin. I got a few years of experience. I give you some lights and «motivations» for one better life in expression by one pencil and a paper- call to see!
Do you want some explanations in History or Archaeology? Call me, I give you «details of my Knowledge», with, if you want «a personal vision»).
Querem explicações de História? contactem comigo, dou «explicações detalhadas», com, se aprouver «uma visão própria do que sei» sobre diversas matérias do 5º ao 12º ano e até universitárias - onde tenho conhecimento. Não hesitem!
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Manifesto Arqueológico do Norte
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fonte: Asterix na Córsega de: Uderso /Texto transformado: Anjo Perpétuo



