Seja bem vindo á Minha Galeria (Welcome to my Galery) ; (Bienvenidos a mi Galería)

Você é interessado em Arqueologia e História Medieval? Bem Vindo! Aqui sou um Arqueólogo Rebelde na investigação, mas acima de tudo aprendiz. Esta é uma Galeria que mostra um pouco do que penso sobre estas matérias e do que eu julgo que seja relevante ver e ser estudado. São meras fotos, esboços de pensamentos, analises, traços de ideias em bruto que devem ser trabalhados por todos nos nossos íntimos! Ao reflectirmos nestas matérias por instantes podemos «procurar mudar» o nosso futuro de alguma forma. «A Arqueologia e o mundo no nosso mundo» é o programa em discussão e em exposição. Deixo aqui algo para observar e perspectivar, só para nós, só para tentarmos perscrutar o que se anda aqui a fazer nas mais variadas matérias dentro desta área! O que se anda aqui a passar! E, principalmente o que se pode fazer, perceber, discutir e ver.



Are you interested in Medieval History and Archaeology?

Welcome!Here, I am a rebellious archaeologist on research, but above all, I am an apprentice. This is a galery on which I show you my thoughts about what is relevant to see and to study in those issues. They are simple pictures, thoughts, analyses and ideas that we should all work in our souls! By reflecting in these matters, we can “try to change” our future in a way. “Archaeology and its world on our own” is the project on disscussion and exposition. I leave to you here, something to observe and to put in perspective, just for us, so we can all try to notice what has been done in the most variant matters in this subject! What is going out here! And to know, to consider, to see, and most of all, what can we do about it.



¿Vosotros son interesados en Arqueología e Historia Medieval? ¡Bienvenidos! Aquí yo soy un Arqueólogo rebelde en la investigación, pero sobre todo soy un aprendiz. Esta es una Galería que les muestra un poco de lo que pienso acerca de estas materias, y de lo que creo que sea importante ver y estudiar. ¡Son apenas fotos, esbozos de pensamientos, análisis, trazos de ideas que tenemos que trabajar en nuestras almas! Reflectindo por momentos en estes temas, podemos «procurar cambiar» nuestro futuro de alguna manera. «Arqueología y el mundo en el nuestro» es el programa en discussión y exposición. ¡Os dejo aquí algo para observar en perspectiva, solo para nosotros, solamente para intentarmos descubrir lo que se hace en los más diversos temas de esta disciplina!!Qué pasa por aquí! Lo principal es lo que se puede hacer, comprender, discutir y ver.

Arqueologia Medieval

Arqueologia Medieval
Sem dúvida que a Arqueologia tem muito de coisas que interessam, desde a década de 470 até 1460, a Arqueologia pode não contar ainda muito, mas de muito já pode falar

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Se eu levanto a palavra...(If I Raise My Word;Si Yo Levanto la Palabra… )


A Arqueologia em Portugal, não interessa muito a muita gente. A intensidade da procrastinação de tal interesse faz-me um certo arrepio no palato e faz-me pensar que esta área não vai ter futuro. Todavia, e apesar disto, acho que não somos muito levados a sério. Aqui há dias vi de relance um JN que tinha na parte do lazer, nas palavras cruzadas uma palavra para descobrir; «espaço entre os maciços acima do pano de muralha de um castelo», a solução era ameia. Estão a ver o erro? É aqui que me apetece levantar a palavra para rectificar - «A AMEIA É - O MACIÇO QUE ESTÁ ACIMA DO PANO DE MURALHA DO CASTELO» , os espaços entre esses maciços são as abertas. Mas será que erros como estes continuarão a ser divulgados? É estranho que assim seja.

A Ordem dos Arqueólogos continua a tardar, mas ainda tenho esperança que se consiga fazer força para unir os profissionais e ir em frente nesse projecto, a arqueologia precisa urgente dessa força viabilizadora de um futuro melhor.

In English

Many people don’t have any interest about Archaeology in Portugal. The intensity of the evolution of such interest makes me shivers and it also makes think that this subject will not have a future. However, and despite all this, I believe that we are not being taken seriously. Some days ago, I saw on the newspaper “JN” that contained in its leisure pages on crosswords and ne of the words to found out was: “the space between the massives above the wall of a castle”; the solution was battlement.


You see the mistake? It’s when I feel I should raise my word and clarify: “THE BATTLEMENT IS- THE MASSIVE ABOVE THE WALL OF THE CASTLE”; the spaces between these massives are the openings. It is possible to keep mistakes like these published?

That’s very strange.

The Archaeologists’ Order keep delaying, but I still hope to unite the professionals and go forward on this project; Archaeology needs that viable force to get a better future.


Em Espanhol
 
La Arqueología en Portugl no tiene mucho interese para mucha gente. La intensidad de la evolución de ese interse me hace estremecer, así como, me hace pensar que la Arqueología no va a tener un futuro. Todavía, y pese a todo esto, creo que no somos muy llevados en serio. Hace unos días que he visto en el periódico “JN” que tenía en sus páginas de relaje unos crucigramas, y una de las palabras que teníamos que descubrir tenía la definición: “espacio entre los macizos encima del paño de la muralla de un castillo”; la solución era Almena.


¿Estáis viendo el error? Es aquí que siento que qiero levantar la palaba para rectificar- “LA ALMENA ES- EL MACIZO QUE ESTÁ ENCIMA DEL PAÑO DE LA MURALLA DEL CASTILLO”; los espacios entre eses macizos son las abiertas. ¿Pero, será que errores como este seguirán siendo divulgados? Es muy extraño que sea así.

La orden de los Arqueólogos sigue tardando, pero aún tengo la esperanza que consigamos hacer fuerza para unir los profesionales y seguir con ese proyecto, la Arqueología necesita urgentemente de esa fuerza viable para un futuro mejor.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Guerra ou conflitos Medievais; War or Medieval Conflicts; Guerra o Conflictos Medievales




Na Idade Média, pelo menos no limiar desta época, cerca de 900 a.c. o tipo de guerra que era mais usual era a guerra de fossado, em que o objectivo não era ocupar território, mas sim aliviar as tenções nas zonas de fronteira. Os fossados eram por assim dizer, assaltos rápidos, feitos normalmente por cavalaria ligeira (para que desse resultado era preciso que o cavaleiro tivesse o mínimo de armamento a fim da rápida acção ter sucesso), quando as praças assaltadas acordavam, já tinham sido destruídas, pilhadas com muitos mortos, e os assaltantes já estariam longe. Isto acontecia, segundo o Professor Mário Jorge Barroca, e outros especialistas, na Península , tanto do lado cristão face ao Califado do Al-Andalus, como até do lado muçulmano face aos cristãos.

Mais tarde, com o espírito aceso de reconquista dos cristãos, a guerra tornou-se de ofensiva para defensiva, pois havia já um objectivo que mudará. Os monarcas pretendiam ocupar praças base de poder. Assim passou a haver maior dificuldade de assalto aos castelos e praças, porque as formas de defesa tornaram-se mais eficazes, e haviam hipóteses ainda de atacar um centro destes. Ou era de ataque directo, que normalmente se cingia em elevados custos humanos, pois até chegar ao adarve o exército sitiante estava em larga desvantagem.

Não havia grandes vias de sucesso, mas era o mais preferível na medida em que cercos demorados era prejudicial, na eminência da falha de mantimentos e até da possível chegada de reforços inimigos, todavia, para tomar um centro podia ser por via corrupta, comprando-se um traidor. Podia ser por uma altura mais nocturna, que era sempre bem vista nesta altura, segundo diz o professor Mário Barroca, que era da predilecção de Geraldo Geraldes - o sem pavor, que assaltava com os seus homens os castelos pela calada escalando muros e surpreendendo os sentinelas conquistando (efeito surpresa). O ataque leal era o cerco diurno prolongado onde se usava engenhos de assalto, como a torre de assalto móvel, o aríete e o trabuco. Mas o cerco de grandes cidades era feito em longos períodos de tempo, a fim de se ver um desgaste do adversário.

In English

In the middle Ages, at least in the beginning of that epoch, near 900 B.C., the most typical kind of war was the trenchs’ war, on which the purpose was not to occupy the territory but to relief the tension on bordering areas. The trenches were kind of quick attacks usually made by a slight cavalry (it was needed that the knight were with the minimal armament in order to the sudden action have success), and when the robbed fortresses woke up, it were already destroyed, plundered, with many deads and the robbers would be far away. This normally happened, acoording to the Professor Mário Jorge Barroca and other specialists, on the Peninsula, both the Christian side in the face of the Caliphate Al-Andalus, and even the Muslim side in the face of Christians.


Later, with the fiery spirit of the Reconquest by the Christians, the war turned from offensive to defensive, because the purpose will change. The monarchs pretended to occupy the power bases fortresses. Therefore, it became more difficult to assault the castles and fortresses, because the defense ways became also more efficient and there were still chances of attack one of these centres. Or by direct attack, which normally was limited by great human costs, because until the arrival of the battlement, the besieger army was in disadvantage.

The perspectives of having success were not much, but it was the preferable way, because the lingering sieges were injurious, in case of lack of provisions and even the possible arrival of enemy reinforcements; however, to occupy a centre it could be by a corrupt way (to buy a traitor). It could be also by night (a good choice in that time), which according to the Professor Mário Barroca, was the prefered way of Geraldo Geraldes (the one without dread), that with his men attacked the castles on the sly by climbing the walls and surprising the sentries and conquering (the surprise effect). The loyal attack was the diurnal extended siege, where the assault devices were the assault movable tower, the aríete (no translation founded) and the trebuchet. But the sieges of big cities were made in long periods of time, in order to provoke tiredness on the enemy.

Em Espanhol

En la Edad Media, por lo menos en el principio de esa época, cerca de 900 a. C., el tipo de guerra más frecuente era la guerra de fosado, en que lo objetivo no era ocupar el territorio, pero aliviar las tensiones en las zonas de frontera. Los fosados eran digamos, rápidas embestidas, normalmente hechas por la caballería ligera (para que el resultado fuese obtenido era necesario que el soldado de caballería tuviese lo mínimo de armamento), cuando las plazas acordaban ya habían sido destruídas; saqueadas y con muchos muertos; y los asaltantes ya estarían lejos. Esto se pasaba, según el Profesor Mário Jorge Barroca, y otros especialistas, en la Península del lado cristiano delante del Califato del Al- Andalus, y también del lado musulmán delante de los cristianos.


Más tarde, con el espíritu arrebatado de reconquista de los cristianos, la guerra ha pasado de ofensiva para defensiva, pues ya había un objetivo que cambiará. Los monarcas pretendían ocupar las plazas base de poder. Así empezó a haber más dificultad de asaltar los castillos y las plazas, porque las formas de defesa se habían cambiado y ahora erán más eficaces, y tenían aún hipótesis de atacar un de estos centros. O entonces era por ataque directo, que normalmente abarcaba muchos custos humanos, pues hasta llegar a la almena el ejército cercante estaba en mucha desventaja.

No había muchas oportunidades de éxito, pero era lo más preferible, en la medida de los cercos lentos erán perjudiciales, en la imminencia de la falta de provisiones y incluso la posible llegada de refuerzos enemigos; sin embargo, para conquistar un centro podría ser por la corrupción y para eso se compraba un traidor.

Podría ser en un momento más nocturno, que era siempre muy apreciado en esta época, y según Profesor Mário Barroca era también la preferida de Geraldo Geraldes (lo sin miedo), que asaltaba los castillos con sus hombres a la chita callando y escalando los muros consiguiendo sorprender las centinelas conquistando (efecto sorpresa). El ataque leal era el cerco diurno prolongado donde se usaban artefactos de asalto, como por ejemplo, la torre de asalto mueble, aríete (la palabra no fue traducida), y trabuco. Pero lo cerco de las grandes ciudades era hecho en prolongados espacios de tiempo, para que se pudiese ver un desgaste del enemigo.


fonte:
-BARROCA, Mário Jorge, Nova História Militar de Portugal - volume I, «Estratégias e Tácticas», pp: 148 a 158, ed: Circulo de Leitores;
-PEREIRA, Armando de Sousa, Geraldo Sem Pavor, Um guerreiro de fronteira entre cristãos e muçulmanos c. 1162 - 1176. pp: 21 a 70, ed: Fronteira do Caos;
-MONTEIRO, João Gouveia, Aljubarrota A batalha Real 1385, pp: 38 a 103, ed: Tribuna.

A Arqueologia

Sem a Arqueologia o que seria da identidade nacional?
Pensem nisto!

Clandestino e Veranil



Os Arqueólogos andam numa luta constante para conseguir fazer avançar os estudos da arqueologia, para tal as acções nesse sentido têm sido cada vez mais e mais. Mas já é do conhecimento de todos que os apoios não se fazem sentir muito, que é preciso mais união mais iniciativas. Ninguém ainda parece ter reparado que os profissionais na área estão a esgravatar para conseguir chegar mais longe, ou já? O facto é que o tempinho para as escavações está aí a bater á porta, o pessoal já pensa em ir para onde mais tem vontade. Mas peço a todos que não se esqueçam de continuar a batalha para que uma Ordem e uma iniciativa mais cabal e promissora possa um belo dia surgir.


É urgente terminar com uma exploração que está a ganhar raízes, é preciso ver que as coisas só são possíveis quando a força se sente, saiam das sombras os arqueólogos cheios de força, que eu bem vos sei ver, a arqueologia nacional precisa de todos nós.

No campo ou não, não desistam de ver as coisas a surgirem da clandestinidade para um estado mais veranil.

sábado, 3 de abril de 2010

Esperança ou quase nada?

Regras mais apertadas

Estágios não remunerados serão proibidos

Público, 01.04.2010 - 07:17 Por Raquel Martins

As empresas que recorram a estagiários para desempenharem funções permanentes serão obrigadas a colocar esses trabalhadores no quadro. A medida está prevista no documento que a ministra do Trabalho, Helena André, entregou ontem aos parceiros sociais e que visa proibir os estágios extracurriculares não remunerados.

Esta proibição estava já prevista no acordo de concertação de 2008, mas nunca chegou a ser regulamentada. De acordo com a proposta que agora foi posta à discussão, sempre que uma empresa aceitar um estagiário deverá celebrar com ele um contrato de estágio onde consta a duração, a identificação "clara e precisa" da função que o estagiário vai desempenhar, a identificação do orientador e o horário de trabalho que terá de cumprir.

Além disso, as empresas serão obrigadas a atribuir um subsídio, que pode variar consoante as habilitações do estagiário, e um subsídio de refeição.

Os parceiros sociais defendem que a regulamentação deverá permitir que os estagiários façam descontos para a Segurança Social, para poderem ter acesso ao subsídio de desemprego, e que deve haver incentivos às empresas que contratem os trabalhadores após o estágio.

A proibição apenas diz respeito aos estágios extracurriculares e aos que são necessários para aceder a uma profissão, e que nem sempre são remunerados. Os estágios curriculares vão manter-se nos moldes actuais.


Não sei, mas não me parece que esta medida vá ajudar assim «tão facilmente», vai proibir que haja muita exploração, que as pessoas sejam contratadas para trabalhar que nem escravos e que depois não sejam admitidas em contrato e remuneradas como merecem Mas parece-me que o que vai acontecer é que as empresas vão deixar de contratar as pessoas, ainda assim é preferível - acho eu!

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Hoje é sexta-feira santa - no domingo A Ressurreição de Jesus Cristo; ( Today it’s Holy Friday- on Sunday the Resurrection of Jesus Christ; Hoy es viernes de la Cruz- en el domingo: La Resurrección de Jesus Cristo)

Hoje é o dia da celebração cristã da Morte de Jesus Cristo, é um dia de genuflexão em que é da obrigação a todos os crentes praticantes de estarem de joelhos frente á cruz e em oração. É neste dia que os cristãos suprimem a carne e comem o peixe ás refeições. Esta é a sexta feira santa antes do domingo de pascoa, relembra a crucificação, julgamento e sepultura de Cristo. A Ressurreição é celebrada no domingo próximo. A igreja não completa a Eucaristia mas contempla durante este dia de hoje a morte e paixão de Jesus

Uma Santa Páscoa para todos.


In English

Today it’s the day of the Christian celebration of Jesus Christ death and Resurrection, and therefore it’s a day of genuflection, which means that all the believers must kneel down in front of the cross and to be in prayer. It’s on this day that Christians suppress the meat and eat fish at meals. This is Holy Friday before the Easter Sunday and it remind us the crucifixion, the judgement and the tomb of Christ. The Resurrection is celebrated on next Sunday. The church does not complete the Eucharist but contemplates, during today, the Death and Passion of Jesus.

Em Espanhol
Hoy es el día de la celebracción cristiana de la Muerte de Jesus Cristo, es un día de genuflexión en que todo el mundo está postrado de rodillas enfrente a la cruz, orando. Hoy es día de viernes. Este es el viernes de la cruz antes del domingo de Pascua, y que nos recuerda la crucifixión, la judicación y la sepultura de Cristo. La Resurrección es celebrada en este domingo. La Iglesia no completa la Eucaristía, pero mira en este día la muerte y sufrimiento de Jesus.

quarta-feira, 31 de março de 2010

BERRO DO LADO

A Arqueologia não pode morrer, é necessária a toda a sociedade que se prese.
Sem a arqueólogia, penso que a humanidade não pode continuar com identidade, por isso ela é tão vital.
A Arqueologia é um bem essencial que não deve ser posto de lado, mas antes olhado com «SERIEDADE»

Clandestino e Veranil; (Clandestine and Summery); (Clandestino y Veranil)

Nos dias que correm, continuo a pensar que a Arqueologia é um bem essencial na vida de qualquer sociedade. Basta ver a importância que Ingleses e Americanos, Franceses e Alemães dão a esta ciência que estuda « O PASSADO DO HOMEM», mas não só, estuda as suas raízes - mais concretamente (os vestígios do passado do homem e - a sua identidade). A Arqueologia é importante para quem quer investigar o que foi a vida do homem, a sua história e a sua origem mais lata.


Não me parece que hoje em dia, a história seja de pouca importância para as sociedades que queiram crescer e olhem rumo ao futuro da humanidade. A Arqueologia é uma via de estudo especifica de facto, e por isso interessante. Mas eu acho que é uma área de interesse, porque é de forte acção na preservação e investigação do passado humano por forma a procurar respostas a questões não só a nível religioso e cultural, mas politica e mental. É do meu conhecimento que muitas são as pessoas que julgam os Arqueólogos como «uma nuvem de mosquitos», que para onde vão uns vão muitos, e por isso são apelidados de «chatos» e «atrasadores do futuro» como já tenho ouvido falar, porque muitos atrasam o avanço do futuro. É um facto isso.

Eu explico para quem não sabe. É mais ao menos isto: As pessoas percebem que num hipotético embargo de obra, os arqueólogos são chamados ao terreno numa prospecção a fim de procurar vestígios, e de afirmar se o terreno está apto ao embargo ou, se houver vestígios podem ter de anular o projecto naquela área. É isto que é mau, péssimo, porque se for necessário algum bem ser construído ali, será negado, como uma estrada ou algo do mesmo género. Dão-se negociações e muitas vezes as obras arrancam, porque não é possível ao governo hipotecar o futuro com apenas alguns achados arqueológicos. Eu entendo isto. Porém, vamos ver o lado dos arqueólogos e de quem se interessa pelo património.

O Arqueólogo olha para a paisagem, o seu trabalho é no contacto com ela, e o que ele encontra nessa área de pesquisa, faz parte dela, conta uma história, uma vivencia com o espaço, que desmembrados os vestígios in situ, deixam de ter o mesmo valor histórico, os vestígios contam a história da terra, logo, com o local, unidos que são pelo tempo. Eu entendo e comungo com isto. Mas é verdade que hoje a tecnologia é tão avançada que pode ajudar os arqueólogos e profissionais de outras áreas. As ideias correm a fim de que os profissionais as usem e deixem as coisas avançar -«Há maquinas scans, há maquinas que fazem leituras avançadas da área, tiram cópias, etc» - Isto é absurdo para os Arqueólogos, é até para mim. Mas penso que o nosso interesse deve também seguir pela agulha de uma forma ou de outra com o objectivo mais cabal de viabilizar um estudo dos locais e dos vestígios pelos arqueólogos, mas de forma a não encerrar o futuro e a não causar tantos problemas.

Explicitem aqui ideias clandestinas e veranis por forma a viabilizar o trabalho dos arqueólogos e a tirar-lhes o rotulo.

In English

These days I still think that Archaeology is essential in the life of any society. For that it’s enough to see the importance that the British, American, French and German people give to this science that studies «THE MENS’ PAST», but that’s not all, it also studies our roots, or to be more specific (the evidences of the Mens’ past and its identity). Archaeology it’s important to everybody who want to research about was the mens life, his history and its more latent origin.


It doesn’t seem to me, at least nowadays, that History is a minor subject in any society with the strong will to grow up and to look straight to the mankinds’ future. Archaeology it’s truly a specific way of study, and that’s why it’s interesting. But I believe that this is an important subject because it has a strong action on preservation and research of the humans’ past in order to look for answers to questions not only on a religious and cultural level, but also on a political and mental one. I know that many are the people who suppose that the Archaeologists are like a «mosquitos cloud», that if one goes to one place the other ones follow him right away, and that is the reason why they are called «the delayers of the future» as I have already heard, because many of them actually delay the future.

That’s a fact.

I’ll explain for those who don’t know. This is what happens: People understand that on a hypothetical embargo of a work, the Archaeologists are called to do a prospecting in order to look for evidences, and to declare if the field is able to not be seized, or if they find traces they can cancel the project on that field. This is bad; it’s terrible, because if it is necessary to built something useful and good on that place, like a new road for example, it will be denied. Many times the works go forward by negociations, because it’s not possible for the Government to mortgage the future based only on a few archaeological founds. I understand this. Nevertheless, let’s try to see the Archaeologists and those who care for the patrimony point of view.

The Archaeologist look at the landscape, his workis on the contact with it, and what he finds in that research area, is part of it, it tells a story, an experience with the space, that the evidences when dismembered in that spot, will no longer have the same historical value, the traces tell the story of the land, and therefore, of the place since they’re united by time. I understand and share this. But is true that today technology is so good that can help Archaeologists as well as other professionals. The ideas are runing to be used by the professionals so things can move forward. - « There are scanners, machines that can make advanced lectures of the area, and others that take copies, etc. » - This is absurd for Archaeologists and even to me. But I think that our interest should follow this, one way or another, with the most cabal purpose of making viable a study of the places and traces by Archaeologists, but by not closing the door to the future and causing so much troubles.

Explain in here clandestines and summeries ideas to make viable Archaeologists’ work and to take away their label.

 
Em Espanhol

En los días de hoy sigo pensando que la Arqueología es esencial en la vida de cualquier sociedad. Basta mirarmos la importancia que los ingleses, americanos, franceses y alemanos dan a esta ciencia que estudia “EL PASADO DEL HOMBRE”, pero no es solamente esto, porque también estudia las suyas raíces, más concretamente (los vestigios del pasado del Hombre). La Arqueología es importante para todos los que quieren investigar lo que ha sido la vida del Hombre, su historia y su origen más lata.


No me parece que hoy, la Historia sea de poca importancia para las sociedades que quieren crecer y miraren al futuro de la Humanidad. La Arqueología es muy específica por supuesto, y es por eso que es tan interesante. Pero pienso que ese interese se debe a su fuerte acción en la preservación e investigación del pasado humano para intentar descubrir respuestas para las cuestiones, no solamente al nivel religioso y cultural, pero también político y mental. Tengo conocimiento que muchas personas piensan que los Arqueólogos son una “nube de mosquitos”, que para donde se va uno todos van atrás, y es por eso que les llaman de “pesados” y “retardadores del futuro” como ya he oído hablar, porque muchos retardan el desarrollo del futuro.

Eso es verdad.

Yo explico todo para quié no sabe. Es más o menos así: Las personas comprenden que en un hipotético embargo de una obra, los Arqueólogos son llamados al terreno para hacieren una prospección con el objetivo de procurar vestigios y afirmar si el terreno está apto al seguimiento de la obra, pero se descubriren vestigios, pueden terminar el pryect de construcción en ese terreno. Es esto que es muy malo, es terrible, porque se las personas necesitaren de una construcción que va a mejorar sus vidas, como una estrada o algo así, eso puede ser negado. Se hacen muchas negociaciones y muchas veces las obras siguen su camino, porque no es posible al Gobierno estar siempre hipotecando el futuro por algunos vestigios arqueológicos. Yo comprendo esto. No obstante, vamos a ver el lado de los Arqueólogos y de quién se interesa por el patrimonio.

El Arqueólogo mira el paisaje; su trabajo está en el contacto con eso, y lo que él descubre en esa pesquisa, hace parte del paisaje, cuenta una historia, una vivencia con el espacio, que los vestigios desmembrados, dejan de tener lo mismo valor histórico, los vestigios cuentan la historia de la tierra, por eso, con el local, unidos que son por el tiempo. Yo entendo y partijo de esto. Pero es verdad que hoy la tecnología es tan avanzada que puede ayudar los Arqueólogos y profesionales de otras áreas. Las ideas siguen corriendo para que los profesionales las usen y así puedan dejarlas cosas avanzar. – “Hay máquinas scans y máquinas que hacen lecturas avanzadas de el área, que tiran copias, etc.” Esto es absurdo para los Arqueólogos y hasta para mí. No obstante creo que el nuestro interese también debe seguir con el objetivo más cabal para dar viabilidad al estudio de los locales y vestigios por los Arqueólogos, pero de manera a que no se cierre la puerta al futuro y no causando problemas.

Me dejen aquí ideas clandestinas y veraniles para dar esa misma viabilidad al trabajo de los Arqueólogos y tirandoles el rótulo.



quinta-feira, 25 de março de 2010

Archport e a Arqueologia

   No archport discute-se tudo o que diz respeito á arqueologia nacional, as coisas, se parecem estar muito claras para muitos, outros não conseguem, a meu ver, entender que a arqueologia está ainda numa posição deficitária a vários níveis. Mas a comunidade que luta pelo direito que também eu penso que os profissionais desta área devem ter, discutem acesamente o que se deve fazer para criar um orgão mais cabal a fim de viabilizar a posição da arqueologia e dos arqueólogos no pais. As coisas não são fácies, sabe-se que a necessidade é uma realidade, porque estes profissionais são alvos constantes de alguma injustiça, mas, não obstante, o património também permanece um tanto ou quanto desprotegido.


   Não duvido que tudo possa mudar nos próximos tempos, a discussão mantêm-se, a arqueologia é um assunto que interessa a todos. Mas ainda assim, penso que não devemos ficar á espera para ver, se contribuirmos todos para fazer isto andar em frente, talvez se permita o futuro, mudar um pouco a favor. Porque justifica-se que haja um orgão que permita á arqueologia e aos arqueólogos não só uma forma de regime, mas também a uma organização que saliente a posição destes profissionais da área. É urgente que se faça algo para uma protecção de toda a comunidade e da área em que manifestamente decidiram dar tudo de si mesmos.

terça-feira, 23 de março de 2010

A Ameia ( É o Maciço pétreo) do Castelo; (The Battlement (Is the stony Massive) of the Castle); (La Almena (Es el Macizo pétreo) del Castillo)

      A Ameia é o maciço pétreo do pano de muralha de qualquer Castelo, ao contrário do que muitos dizem. As Abertas são exactamente os espaços entre as ameias e não os maciços pétreos. A Ameia serviu inicialmente para adornar as propriedades dos nobres, era símbolo de prestigio e grandeza de linhagem, mas depois foi aplicada acima dos panos de muralhas para protecção dos soldados. No Castelo Gótico podia ter ainda uma aplicação que era o mantelete, uma espécie de porta basculante que ora abria para fora a fim de se poder despejar líquidos ferventes ou disparar projécteis, ora era fechada para dentro, tornando a muralha mais cerrada aos ataques.


In English

The Battlement is the stony massive of the wall of any Castle, unlike many people say. The Openings are exactly the spaces between the battlements and not the stony massives. Initially the Battlement was to decorate the nobles’ properties, because it was a symbol of prestige and greatness of lineage, but then it was applied above the walls for the soldiers’ protection. On Gotic Castles it could have another purpose which was the mantelet, a kind of door that could be opened for the outside in order to dump boiling liquids or fire projectiles, or it could be closed for the inside, which made the wall more shut to the attacks.

Em Espanhol
La Almena es el macizo pétreo de la muralla de cualquier Castillo, al contrario de lo que muchos dicen. Las Abiertas son exactamente los espacios entre las almenas y no los macizos pétreos. La Almena servió al inicio para adornar las propiedades de los nobles porque era símbolo de pestigio y grandeza de linage, pero después ha sido usada encima de los paños de las murallas para la protección de los soldados. En el Castillo Gótico podría aún tener una alicación que era el mantelete, una especie de de puerta basculante que tanto se abría para fuera para se pode despejar líquidos fervientes y disparar proyectiles, como era cerrada para dentro haciendo con que la muralla fuera más protegida de los ataques.

fonte:
-BARROCA, Mario Jorge; Nova História Militar de Portugal - volume 1, Arquitectura Militar, pp: 95 a 121, ed: Circulo de Leitores.

sábado, 20 de março de 2010

O Guerreiro Medieval- equipamento; The Medieval Warrior- the Equipment; El Guerrero Medieval- El Equipamiento


      Este é apenas um pequeno apontamento do equipamento de um soldado medieval da época, cerca de séc. XII a XVI, este apontamento visa ter uma visão geral do que é usado pelo peão.


      O Guerreiro Medieval normalmente envergava um capelo, com nasal ou não. Podia também ter uma cervilheira que usaria debaixo do capelo. O peão usa também uma armadura que podia ser de cabedal ou de peças metálicas. Era mais habitual o cavaleiro usar o arnes parcial, mediante a sua condição social o permitia. O peão usava a espada rombuda e/ou com ponta de lamina dupla para estucar, cortar ou lança, e pode também usar escudo que também mudou de aspecto ao longo do tempo. De caris normando no século X, vai assumindo outros feitios face ao rumo do tempo.


In English

This is only a short note about the Medieval Warriors’ equipment of the season about XIIth to XVIth century, and this observation is useful to have a generl idea about what’s used by the foot soldier.
Normally, the Medieval Warrior used to put on a hood, with a nasal or not. He could also have an ancient brimed helmet that would be under the hood. The pedestrian wears armour too, which could be made of leather or metallic pieces. It was more common the knight to wear the partial shield, according to his social condition. The foot soldier used his sword not very sharp and/or with the extremity of double blade to plaster, to cut or lance, and he can also wear a shield, which also changed its aspect along the years. It is of Normand nature on the Xth century, and it will assume several forms through the years.

Em Espanhol

Esto es solamente un pequeño apunte del equipamiento de un soldado medieval de la época, cerca del siglo XII hasta el XVI, y este apunte es importante para tener una cisión general de lo que es usado por el soldado de infantería.
Normalmente el Guerrero Medieval usaba un capirucho, con nasal o no. Podía tener también un casco que usaría debajo del cpirucho. El soldado de infantería usa también una armadura que podía ser de cuero o de piezas metálicas. Era más habitual, el soldado de caballería usar el arnés parcial, de acuerdo con lo que su condición social le podía permitir. El soldado de infantería usaba la espada roma y/o con punta de cuchilla doble para estucar, cortar o lanza, y puede incluso usar el escudo que también ha cambiado su aspecto con el tiempo. De cariz normando en el siglo X, va a asumir otros aspectos delante del pasar del tiempo.

 
fonte:

- BARROCA, Mario Jorge, Nova História Militar de Portugal- volume 1,Armamento Medieval, pp: 122 a 134 e 136 a 139, ed: Circulo de Leitores.

sexta-feira, 19 de março de 2010

O Castelo - fortificação para defesa e ataque - o caso gótico

   O Castelo surge um pouco no pensamento de que o homem tinha tendência para se evidenciar face a quem governava, divergem as teorias neste campo, mas o facto é que o castelo vai assumir a postura de um lugar de defesa das populações e das regiões. As motas, de que o professor Dr. Mário Jorge Barroca fala, eram uma espécie montes artificiais para erguer estruturas militares em campo aberto, estrutura em terra, onde, por vezes era erguida uma torre de menagem. Era usada como meio de defesa rápido e económico, pois não requer conhecimento especifico. Mas não me demoro aqui, pois quero és esclarecer é sobre o castelo gótico.

  O Castelo Gótico surge por volta de 1150 e prolongar-se-á até 1200, espalhando-se pela Europa até mais tarde, na necessidade de transformar a defesa das populações e das regiões, em tempo de guerra, eram autênticos aparelhos de guerra. A demografia aumentava dos campos para as cidades, as ordens religiosas criam organizações internacionais e permitem novas construções( Leonardo benévolo assim afirma que as construções góticas surgem da necessidade de criar algo com mais técnica, unitária, organizada com um método para um conhecimento mais cabal das transformações novas), Segundo Leonardo o Gótico surge da existência técnica do românico, mas cresce dela «mais coerentemente elaborada» e com uma certa «comunicabilidade universal». Surgem em Portugal por volta de 1130 as primeiras novidades da torre de menagem e do alambor com Gualdim Pais, que segundo o professor Mário Barroca, havia vindo das cruzadas e teria tido conhecimento de novas técnicas usadas pelos cruzados na guerra contra os «infiéis» e fundou a cidade de Tomar o Castelo de Almurol. Mas foi com D. Dinis em 1288 que, com a necessidade que o monarca sentiu de afirmar e vincar as fronteiras do reino que o sistema foi mais lançado e teve maior impacto. O Castelo Gótico era caracterizado por ter uma defesa activa, em oposição ao Castelo Românico que tinha uma postura mais passiva, porque os meios de ataque eram mais incipientes.
  
    Com novos meios de ataque mais eficazes, vai ser dotado para uma acção em batalha forte e coesa, assim contem sistemas avançados de ataque, foi necessário que a cota de posição do castelo baixasse e o ataque fosse mais positivo e activo. Assim a torre de menagem , que no Castelo Românico se encontrava normalmente no interior do pano de muralhas, afastado do adarve, pois era apenas o ultimo reduto do castelo, no caso gótico ela passa imediatamente a estar adoçada ao pano de muralha e a agir mais activamente em comunhão com os torreões como um só sistema. Este tipo de Castelo tem novidades para a altura bem evidentes, têm os balcões de matacães, ceteiras nas ameias (que são as partes salientes maciças materiais do pano de muralha e não os espaços entre elas) de ameia em ameia, pode ter a barbacã de porta ou extensa, que substitui o alambor, cerca de 3 ou mais torreões, o adarve e uma possível sapata. Os balcões de matacães são um meio avançado de defesa. Estão normalmente na entrada do Castelo e até nos cantos da torre de menagem a fim de evitar o trabalho de sapa e desconstrução nas torres de planta quadrada.

O Castelo Gótico vai ter ainda uma liça a fim de haver manobras de soldados, e uma carcava, fosso artificial escavado na pedra ou até capeado, mas era uma estrutura seca a fim de evitar o encosto de engenhos ao pano de muralha no assalto ao castelo como a torre móvel ou o aríete, além disso diminui a possibilidade de construção de mina. Desta forma, o mais provável era ao escavar o buraco para construir a mina a fim de desfazer a muralha, o inimigo caía na carcava e era eliminado a tiro das muralhas.

Além de tudo isto deixa de haver a porta da traição e as ameias passam a ser mais curtas e mais juntas para proteger os soldados com a ajuda de manteletes que permitem fechar as abertas entre as ameias.

O Castelo Gótico vai subsistir até cerca de 1500, mas vai perdendo terreno face a novos métodos de acção que são cada vez mais exigíveis.



Fonte:
-BARROCA, professor Dr Mario Jorge, Nova História Militar de Portugal- Volume 1; Arquitectura Militar, pp: 117 a 121. ed: Circulo de Leitores,
-BARROCA, professor Dr Mário Jorge, D.Dinis e a Arquitectura Militar Portuguesa, pp: 802 a 820- Revista da Faculdade de Letras,
-MONTEIRO, João Gouveia, Nova História Militar de Portugal- Volume 1; Castelos e Armamento, pp: 164 a 180, ed: Circulo de Leitores,
- BRANCO, Manuel da Silva Castelo, Duarte de Armas, Livro das Fortalezas, pp: 1 a 20, imagens 1 a 44, plantas 120 a 126- Arquivo Nacional Torre do Tombo, ed: Inapa,
-MONTEIRO, João Gouveia, Aljubarrota 1385 A Batalha Real, pp: 64 a 70. ed: Tribuna,
-ALMEIDA, Carlos Alberto Ferreira de, BARROCA, Mário Jorge; História da Arte em Portugal, O Gótico, pp: 81 a 87, ed: Editorial Presença.
-WORRINGER, Wilhelm, A Arte Gótica, pp: 15 a 79, ed: Edições 70.
-BENEVOLO, Leonardo, Introdução á Arquitectura- A Arquitectura Gótica, pp:111 a 126, ed: Arte & Comunicação.
-GYMPEL, Jan, História da Arquitectura . da antiguidade aos nossos dias, pp: 36 a 39, ed: Konemann.

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fonte: Asterix na Córsega de: Uderso /Texto transformado: Anjo Perpétuo